Durante o café da manhã, aconteceu um fato inusitado. Uma turista alemã chegou ao nosso hotel, mas o funcionário não sabia falar inglês, e tive que ajudá-lo... a tiazona (deveria pesar uns 150 kg) vinha da Espanha, e é natural de Colônia... ela tava toda suada queria um quarto com cama de casal, além de seven-up, que o hotel não tinha em estoque. Serviu água, mesmo.
Pela manhã, fomos ao Teatro Colón, uma espécie de templo do teatro na capital. Pena que ele tava em reformas... (só pra variar, mais um ponto turístico em reformas...)
Bem perto dali, na Avenida Nove de Julio, fomos ao obelisco, o principal ícone de Buenos Aires:
Ainda de manhã, fomos no cemitério de La Recoleta, um dos bairros mais badalados da capital. Na chegada, vimos um artista de rua tocando bandoneón, tri legal. No cemitério, cruzamos com dois grupos de turistas estrangeiros, um neozeolandês e outro japonês, todos com câmeras digitais, com roupa de turista, tudo muito padrozinado.
Passamos no túmulo de um magnata local, que chegou a construir uma estátua para se eternizar!
Passamos também no túmulo de Evita, aquela interpretada pela Madonna no cinema:
Fomos comer em direção ao Estádio do Chacarita. O restaurante, dessa vez, era do tipo buteco. Comida simples, boa e barata. Não precisávamos de nada. Engraçado a forma como os castellanos tomavam vinho branco... o vinho era servido num copo, ao qual era adicionado um tanto de soda. Ou seja, vinho puro, nem pensar...
Na saída do resturante, pechamos com um tiozão torcedor do Almagro, time com as mesmas cores do Grêmio. O senhor, de uns 80 anos, revelou que tinha guardada uma bandeira do tricolor gaúcho obtida quando ele jogou em Buenos Aires.
Depois do almoço, fomos em outro cemitério, o Cemitério de La Chacarita. O local, aqui, é mais popular. Só pra ter uma idéia, os túmulos na Recoleta devem custar o triplo da Chacarita.
Tanto é que o Roberto Carlos castellano escolheu e foi enterrado lá. Estou falando de Carlos Gardel:
Ainda cruzamos por uma tumba de um português:

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