Haveria uns 250 quilômetros pela frente, por dentro dos departamentos uruguios de Salto e Artigas.
Na estrada, encontramos tudo o que Uruguai pode oferecer ao seus visitantes;
a) inúmeros rolos de feno:
b) imensas plantações de girassol;
c) cruzamos por uma casa-ônibus. Não confunda, isso não é um motor-home:
d) plantações de sorgo, um cereal de alimentação animal:
e) gado no meio da estrada, só pra atrapalhar o motorista:
f) também corremos uma ema, um avestruz, do meio da estrada:
Impossível deixar de registrar que também passamos por uma fazenda de gado em que o gado era listrado conforme um padrão muito definido, que lembrava a Adidas. Todas as cabeças de gado tinham três listras, somente três listras brancas que circulavam suas barrigas, como se fossem cintas brancas, contrastantes com o preto da pelugem da vaca. A genética faz milagre!
Chegamos em Artigas, a cidade que faz divisa com Quaraí, umas três da tarde. O restaurante do centro da cidade já tava fechado. Fomos a um posto de gasolina, fora do centro, comer uma velha e boa ala minuta... oh, que saudades! Estávamos no Brasil! Nunca comi uma refeição com tanto prazer!
Partimos de barriga cheia pra Santana do Livramento/Rivera. Ainda demos carona pra uma mosca:
Chegamos às 19h em Rivera, exatamente no horário em que o comércio local fecha. Rapidamente, meu pai comprou a câmera digital que uma amiga dele havia pedido, pelo preço valia a pena. Eu também acabei comprando um tênis ali.
Partimos era umas 20h, pensando em dormir em São Gabriel.
No trajeto, ainda avistamos o cometa McNaught, que estava passando pelo hemifério sul naqueles tempos (vide http://pt.wikipedia.org/wiki/Cometa_McNaught):

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