sábado, 20 de janeiro de 2007

Fora do galinheiro, despedida de Buenos Aires

Arcordamos cedo. Esse seria nosso último dia em Buenos Aires.

Demos tchau para o Gustav no hotel, agradecemos a hospitalidade, e partimos.

De manhã, fomos ao Centro, acabar umas compras e trocar dinheiro no câmbio. Enquanto eu e o Nando girávamos pelo centrão, o Pai ficou guardando o carro num estacionamento proibido. O policial revelou pro Pai que o salário dele é tão baixo que não compensa vir trabalhar de ônibus, de modo que ele vem de carro. O problema é que ele estaciona em local proibido, pra ficar visível do local em que ele trabalha. Mas isso não é problema: ele conta que em Buenos Aires há uma lei pela qual as autoridades não podem guinchar o carro com capô levantando. Santa misericórdia, que alívio! O jeitinho não é monopólio brasileiro!

Observa na foto abaixo; o carro à esquerda, com capo levantado, é do policial:


Ainda de manhã, fomos ao River. Na frente, há umas casas estilo bangue-bangue:

Tal como o Boca, o River Plate não permite que visitemos o estádio sem pagar ingresso. Árabes, ficamos de fora.

De qualquer forma, deu pra ter uma noção do estádio Antonio Vespucio Liberti, que tem a maior capacidade dentre os estádios argentinos, 65 mil pessoas. Contudo, o gallinero (galinheiro) deve lotar raramente. O torcedor do River é chamado de galinha pelo rivar Boca em alusão às cores do clube, vermelho e branco.

Ainda aproveitamos as promoções da loja do clube, com preços baixos em calças e moletons.

Naquele dia, almoçamos em Palermo, bairro chicão de Buenso Aires, próximo ao River. Ainda passamos no Carrefour pra compra uns líquidos antes de partir para Rosário, ao Norte, nosso próximo destino.

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